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A legislação brasileira garante que os trabalhadores recebam um recurso financeiro para o deslocamento entre a casa e o trabalho. Entretanto, oferecer o vale-transporte em dinheiro pode representar um risco para a empresa.

Alguns empregadores realizam essa prática, porém, a estratégia mais recomendada é entregar o benefício em bilhete ou em créditos no cartão, já que a atitude segue as normas vigentes, facilita o controle e otimiza o trabalho da equipe de RH.

Quer entender mais sobre o assunto? Então, continue a leitura e veja alguns motivos para não oferecer o vale-transporte em dinheiro!

1. O colaborador pode utilizar o dinheiro para outros fins

O objetivo principal do vale-transporte é antecipar um recurso financeiro para o colaborador custear as despesas de deslocamento entre a sua casa e o trabalho e vice-versa.

Disponibilizar o vale-transporte em dinheiro representa um certo risco para esse processo, pois, nessa modalidade, você não terá controle se o montante será utilizado para o transporte. Se o colaborador aplicá-lo em outras situações, isso pode comprometer o trajeto dele até a empresa e resultar em atrasos e faltas, por exemplo.

2. O processo para oferecer o benefício pode ser mais demorado

Optar por um sistema eletrônico para a entrega e o gerenciamento do benefício facilitará as tarefas da equipe de RH. Ao contar com um fornecedor especializado para isso, os pedidos de vale-transporte serão feitos de forma ágil e online e, além disso, será possível criar relatórios e fazer o acompanhamento dos custos de forma mais precisa.

Por outro lado, pagar o vale-transporte em dinheiro, geralmente, torna o processo mais lento e aumenta o risco de erros, uma vez que ele será feito de forma manual, e os valores podem variar de acordo com a necessidade de deslocamento de cada colaborador.

3. O uso do cartão de transporte é mais prático para os trabalhadores

Muitas cidades contam com um sistema eletrônico de bilhetes, e ofertar o vale-transporte em créditos no cartão será positivo para a rotina do trabalhador, já que o item facilita o pagamento, agiliza o embarque e pode ser utilizado em mais de um meio de transporte.

De acordo com a pesquisa Mobilidade Urbana, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e pela Associação Nacional de Empresas de Transportes Urbanos (NTU), em 2017, apenas 15% dos usuários desejariam receber o custo do transporte em dinheiro. A maioria prefere que o benefício seja disponibilizado no cartão.

4. Há risco de problemas judiciais no futuro

A concessão do vale-transporte em qualquer modalidade não tem natureza salarial e não há incidência de contribuição previdenciária. Contudo, ao fazer o pagamento em dinheiro, o empregador corre o risco de sofrer ações judiciais.

De acordo com o art. 5 do Decreto nº 95.247, o pagamento em moeda só é permitido se houver algum problema com o fornecedor, com o funcionamento do sistema ou em caso de reembolso.

Além disso, companhias que oferecem o vale-transporte em dinheiro ainda podem enfrentar processos trabalhistas no futuro, caso o colaborador se sinta lesado por cálculos errados, atrasos no pagamento, entre outras situações.

Sendo assim, a alternativa mais segura para a empresa e o trabalhador é optar pelo cartão de transporte, pois a estratégia reduz erros, otimiza o processo e garante que o valor seja utilizado corretamente.

Esses são os principais motivos para não oferecer o vale-transporte em dinheiro. Por esses e outros fatores que a maioria das organizações opta pela modalidade eletrônica. Agora que você já sabe mais sobre o assunto, poderá adotar a melhor prática para a empresa!

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