A gestão de benefícios é uma estratégia significativa para o negócio e precisa ser bem-executada. Afinal, os benefícios são fundamentais para motivar os profissionais e garantir o bom desempenho deles. Nesse sentido, é comum alguns funcionários se perguntarem: tenho direito à cesta básica ou vale-alimentação.

Esses dois itens tem finalidades similares: garantir a alimentação dos colaboradores. Contudo, para definir qual deles é o melhor, é necessário conhecer a legislação, pesquisar bem sobre o assunto e analisar uma série de fatores, como os objetivos da companhia, o orçamento para a ação e o perfil dos trabalhadores.

Para ajudar nessa missão, discutiremos as principais diferenças entre vale-alimentação e cesta básica neste artigo. Continue a leitura e descubra se a sua equipe tem direito ao benefício e qual opção é a ideal para a empresa!

Quais são os principais benefícios oferecidos pelas empresas?

A oferta de benefícios é uma atitude significativa dentro das organizações. Alguns deles são obrigatórios, a exemplo do vale-transporte, já outros fazem parte da estratégia de gestão de pessoas. Entre os principais itens aplicados nela estão:

  • plano de saúde;
  • plano odontológico;
  • vale-alimentação;
  • vale-refeição;
  • vale-combustível;
  • cesta básica.

Muitas empresas estabelecem um pacote de benefícios para os seus colaboradores. Além dos itens acima, também é possível incluir desconto em academias, bolsa de estudo, previdência privada, entre outros.

A estratégia tem o objetivo de garantir a motivação e a produtividade da equipe. No entanto, o processo deve ser realizado com cautela para que o investimento esteja alinhado com o perfil e as expectativas dos trabalhadores, e alcance esses resultados. Do contrário, isso pode gerar gastos desnecessários.

Quando bem-aplicados, os benefícios ainda se tornam diferenciais para a atração e a retenção de talentos e contribuem para a saúde e a qualidade de vida dos colaboradores.

Qual a melhor opção: cesta básica ou vale-alimentação?

A dúvida sobre a sua equipe ter direito à cesta básica ou vale-alimentação é fácil de esclarecer. A oferta desses benefícios só é obrigatória se isso estiver definido no contrato de trabalho ou em acordos e convenções coletivas, como acontece com a categoria de professores. Em outros casos, a concessão do benefício é facultativa.

Investir em cesta básica ou vale-alimentação é uma estratégia significativa para o negócio, uma vez que contribui para a motivação e o engajamento da equipe. Os dois itens costumam ser bastante valorizados pelos profissionais, pois permitem a aquisição de mantimentos para a casa sem precisar comprometer grande parte do salário para isso.

Contudo, se a companhia decidir ofertar um desses benefícios, ela não poderá retirá-lo no futuro. Portanto, antes de implementar a estratégia, é fundamental fazer um bom planejamento financeiro.

Para definir entre cesta básica ou vale-alimentação, a principal dica é avaliar o perfil dos funcionários a fim de disponibilizar o que for mais atrativo para eles. Além disso, é importante conhecer as características de cada produto, analisando as vantagens e desvantagens. Abaixo, separamos algumas dicas para isso.

Quais são as principais diferenças entre esses dois itens?

Embora os dois benefícios sejam relacionados com a alimentação dos colaboradores, eles apresentam algumas particularidades que devem ser avaliadas com atenção. Afinal, influenciarão no orçamento da empresa, na rotina da equipe responsável por fazer a gestão e na logística do benefício, entre outros fatores.

Valor dos benefícios

O vale-alimentação tem um valor fixo, que costuma ser alterado anualmente. Assim, dependendo da inflação dos alimentos, o poder de compra do trabalhador pode ficar reduzido.

Já a cesta básica contém alimentos cujos preços são negociados pela empresa fornecedora e todo o mês o beneficiário receberá os mesmos produtos. Entretanto, pode haver custos extras caso a companhia opte pela entrega da cesta na residência de cada trabalhador.

Logística para entrega

No caso do vale-alimentação, a logística é muito simples: basta contratar uma operadora, ela vai enviar o cartão para a empresa. O benefício é renovado todos os meses, com o pagamento sendo realizado pela contratante.

A cesta, por sua vez, precisa de uma logística maior. O item pode ser entregue na residência do colaborador ou ficar armazenado em um local para a retirada. Nesse último caso, a estratégia gera desconforto ao trabalhador, que ficará responsável por levar os produtos até a sua residência — isso pode ser um problema ainda maior caso ele use o transporte público.

Tributação e taxas

Para o empregador, cesta básica ou vale-alimentação não incorrem em taxas e não entram no FGTS ou INSS, pois podem ser incluídos no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que fornece incentivo fiscal às organizações ativas na melhoria das condições nutricionais dos profissionais, contribuindo para a qualidade de vida deles e a redução de acidentes e doenças de trabalho.

Já para os colaboradores, a oferta da cesta básica ou do vale-alimentação pode representar um desconto de até 20% do valor do salário, dependendo das regras estipuladas pela companhia.

Produtos oferecidos

No caso do vale-alimentação, a escolha dos produtos fica a cargo do beneficiário, o que possibilita mais liberdade para optar pelos alimentos e marcas, além de ele ter a chance de adquirir vegetais, carnes e frutas.

Já as cestas básicas contam com modelos fixos com produtos não perecíveis — em alguns casos, elas podem ser personalizadas para incluir mercadorias mais atrativas para o colaborador, porém, a escolha não é tão ampla quanto a compra feita direto no supermercado.

Saúde dos trabalhadores

A total liberdade de decisão pode ser uma desvantagem do vale-alimentação, uma vez que existe a possibilidade de os colaboradores comprarem produtos pouco ou nada saudáveis. É o caso de alimentos ultraprocessados, como biscoitos, salgadinhos, refrigerantes, entre outros itens ricos em gorduras, açúcares e conservantes.

Por outro lado, a cesta básica pode ser uma forma de garantir uma alimentação mais equilibrada, com todos os nutrientes necessários a uma boa saúde.

Independentemente da alternativa escolhida, é fundamental conscientizar a equipe sobre o assunto para que ela tenha uma alimentação mais saudável. Nesse caso, vale a pena investir em campanhas de comunicação na intranet ou no jornal interno para abordar o tema.

Quais as vantagens do vale-alimentação?

Os dois benefícios contribuem para a imagem da empresa perante os seus colaboradores e são significativos para a motivação e a qualidade de vida deles. No entanto, em alguns casos, o vale-alimentação pode ser mais vantajoso devido à:

  • praticidade: basta escolher um bom fornecedor para disponibilizar o benefício, sem precisar planejar a logística para armazenamento e a entrega de produtos;
  • facilidade para utilização: o benefício é disponibilizado em um cartão aceito em inúmeros estabelecimentos. Dessa forma, o funcionário fica livre para escolher um supermercado próximo à sua residência ou aquele que tenha as melhores ofertas, por exemplo;
  • flexibilidade: cada pessoa tem determinados gostos e interesses, e fica difícil corresponder a todos com os modelos pré-definidos da cesta básica. Sendo assim, ao disponibilizar o vale-alimentação, provavelmente, você conseguirá atender a uma parcela maior dos colaboradores, já que eles poderão escolher os produtos e marcas de acordo com as suas necessidades.

Esses são os principais pontos positivos ao oferecer vale-alimentação. Para ter bons resultados, é importante contratar uma empresa especializada a fim de oferecer o benefício e fazer a gestão dele.

Quais as vantagens da cesta básica?

Já que falamos das vantagens do vale-alimentação, não podemos deixar as vantagens da cesta básica de fora, não é mesmo?

Algumas organizações optam por essa modalidade para assegurar uma alimentação de qualidade ao trabalhador e à família dele, além de necessidades básicas de higiene, visto que alguns modelos contam com itens como pasta de dente e sabonete.

Além disso, a cesta básica pode ser positiva para o orçamento da empresa, pois é possível encontrar modelos variados com um custo-benefício mais atrativo, o que pode ser uma boa opção para pequenos negócios, por exemplo.

Para garantir a satisfação dos colaboradores, é fundamental contar com bons fornecedores. Sendo assim, vale a pena analisar a qualidade dos produtos, a validade dos alimentos, a integridade das embalagens, a logística e a pontualidade na entrega.

Como escolher a melhor opção?

Agora que você já entendeu quais são as principais diferenças entre cesta básica e vale-alimentação, chegou o momento de definir qual deles é o mais adequado para a empresa.

Como falamos acima, tanto um benefício quanto o outro são significativos quando o objetivo é aumentar a motivação dos profissionais e contribuir para a qualidade de vida deles. Essa decisão dependerá bastante do perfil da companhia e dos membros da sua equipe.

Uma estratégia para conhecer as preferências dos trabalhadores é criar uma pesquisa interna. Se o quadro de funcionários for reduzido, você pode conversar com cada um deles para descobrir isso. No geral, o vale-alimentação é mais valorizado devido à flexibilidade de uso.

Além de ouvir a opinião da equipe, é necessário levantar os custos de cada modalidade e avaliar qual delas é mais atrativa para as finanças do negócio.

Independentemente da opção definida, não se esqueça de contar com bons fornecedores para disponibilizar o benefício de maneira adequada e evitar problemas e insatisfação por parte dos colaboradores.

Investir em recursos alimentares é uma estratégia positiva! Esperamos que o texto tenha esclarecido as suas dúvidas sobre a equipe ter direito à cesta básica ou vale-alimentação e como fazer isso.

Gostou de saber mais sobre o assunto? Precisa de um fornecedor para o vale-alimentação da sua empresa? Entre em contato e conheça os serviços da SPVALE!

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